
- Um dos principais traços dos governos do PT é o inchaço da máquina pública.
Em nível federal, Lula e Dilma Rousseff se notabilizaram por inflar a folha de
servidores, o que compromete fatia cada vez maior do Orçamento da União. - Depois de seis anos caindo, o número de servidores federais civis ativos voltou
a aumentar no primeiro ano do terceiro mandato de Lula. - Foram 6.849 novas contratações, depois de 70 mil postos terem sido cortados
sob Michel Temer e Jair Bolsonaro – em função, sobretudo, de não reposição de
aposentados. Há, atualmente, 570.426 servidores federais civis em atividade. - Nos últimos 30 anos, apenas os governos do PT ampliaram o contingente de
servidores. Na outra ponta, todos os demais presidentes se esforçaram por
ajustar o tamanho do Estado à capacidade da sociedade brasileira de sustentar a
burocracia. - Nos cinco mandatos de presidentes petistas, até dezembro de 2023 a folha de
pagamentos ganhou um total de 145,6 mil novos servidores ativos, o que
equivale a ¼ do total atual de funcionários. - No extremo oposto, FHC, Temer e Bolsonaro reduziram o total de servidores em
217,2 mil postos. - O gigantismo estatal também se reflete no número de ministérios: são
atualmente 38 pastas, já bem próximo do recorde desde a redemocratização, que,
como não poderia deixar de ser, é do PT, com os 39 ministérios de Dilma. - Em 2024, as despesas com pessoal alcançarão R$ 407 bilhões, o que
corresponde a 13,3% do Orçamento da União, 28% da receita corrente líquida e
3,6% do PIB. O valor inclui inativos e pensionistas do setor público e a
contribuição previdenciária da União. - A tendência é de aumento ainda mais robusto neste e nos próximos anos, com a
retomada da realização de concursos públicos, como o que está em marcha
para preencher 6.640 novas vagas no governo federal. - Também por isso, em 2025 o custo da folha federal vai subir mais 10,6%, para
R$ 414 bilhões, conforme o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias enviado ao
Congresso. - Ou seja, num único ano, serão R$ 40 bilhões a mais – 20% disso apenas para
pagar aumentos de salários, cujos reajustes devem totalizar pelo menos 19% nos
quatro anos do atual mandato - Farol da Oposição







