
A informação é do presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Clarêncio U’repariwe Tsuwaté.
Por Flávia Borges, G1 MT/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/B/U/CrP1fHRBmhdZAP5w8FqQ/juliana-e-roque.jpg)
Juliana e Roque Teromnhi Eiwe morreram nessa quarta-feira (10) em Cuiabá — Foto: Arquivo Pessoal
Morreu nessa quarta-feira (10), em Cuiabá, o casal indígena Juliana e Roque Teromnhi Eiwe, conhecido como Roque Xavante, de 57 anos, vítimas da Covid-19. A informação é do presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Clarêncio U’repariwe Tsuwaté.
O Museu de História Natural de Mato Grosso, lamentou a morte do casal e afirmou, em nota, que
Roque Xavante e Juliana sempre estiveram presentes no Museu em diversas atividades, assim como outras pessoas de sua família que contribuíram para a construção do Museu.
Segundo Clarêncio U’repariwe Tsuwaté, um dos 8 filhos do casal morreu na semana passada devido a complicações da diabetes, o que abalou emocionalmente Roque e Juliana, que já estavam com Covid-19.
Ele também explica que Roque realizava sessões de hemodiálise e aguardava um transplante.
Roque foi professor na Aldeia São Marcos, em Barra do Garças, a 503 km de Cuiabá, durante muitos anos.
Natural de Novo são Joaquim, ele também foi candidato a vereador de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, nas eleições do ano passado.







