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Coronavírus: o que muda no funcionamento das feiras livres de Colíder

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Rosangela Melo / Da Assessoria

Em reunião nesta tarde (23), na Associação dos Servidores Públicos Municipais, com hortifrutigranjeiros o Comitê de Prevenção e Combate ao coronavírus anuncia medidas que serão aplicadas nas feiras livres para conter o avanço da Covid-19.

Às quartas-feiras não haverá mais feira na praça, somente aos sábados no barracão da Feira Livre, sendo que, o atendimento será a partir das 5h, com os portões fechados permitindo a entrada de quinze consumidores de cada vez. Não haverá comercialização de alimentos para consumo no local como o cafezinho e o pastel.

Por Nina Silva

Segundo o prefeito Noboru Tomiyoshi, apesar de Colíder não ter caso suspeito nem confirmado, as medidas são para prevenir o contágio, uma vez que em grande parte as pessoas que trabalham na feira estão acima de 60 anos. O objetivo é evitar que esse grupo de risco atenda na feira e também que tragam crianças. “Queremos através desse dialogo fazer a interação e levar ao conhecimento dos todos os feirantes para que eles de forma organizada consigam atender a população do município”, orienta.

Ronaldo Vinha, secretário de Desenvolvimento Econômico, enfatiza que as restrições são para evitar aglomeração de pessoas levando em conta que “a feira é muito importante, as pessoas precisam se alimentar, os feirantes precisam vender e são produtos que estragam rapidamente”. Conclui dizendo que para ajudar uma parte e prevenir a outra, a feira será realizada somente aos sábados, e nesse novo formato.

O presidente da Feira Livre, João Ferreira, comenta que foi preciso definir a forma de funcionamento para que os feirantes também possam fazer sua parte na prevenção do coronavírus. “Os consumidores poderão comprar suas verduras e voltar para casa. A colaboração e compreensão de todos, clientes e feirantes, é fundamental”, orienta.

Cícero Mariquinha dos santos, feirante, acrescenta que as orientações são muito importantes para atender melhor os clientes e ao mesmo tempo os feirantes não ficarem parados.

Para Martiliano José dos Santos, também feirante, é melhor obedecer do que sacrificar. “Precisamos caminhar juntos ouvindo as autoridades e se esforçando para servir os fregueses da maneira correta e pedir a compreensão de todos”, afirma.