
Postos são fiscalizados após alta repentina nos preços
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) apertou o cerco contra postos de combustíveis em várias cidades do estado após denúncias de aumentos considerados abusivos. A ação acontece em meio à instabilidade no preço do petróleo no mercado internacional, que tem gerado preocupação entre consumidores.
De olho no bolso do consumidor
Segundo o MPMT, o objetivo é evitar que aumentos no exterior sejam repassados de forma imediata e sem justificativa para a população. O órgão reforça que o combustível é um item essencial e que o consumidor não pode ser prejudicado por especulação.
Operações e fiscalização nas cidades
Em municípios como Porto Alegre do Norte e Água Boa, o Ministério Público atuou junto com a Polícia Civil, realizando operações e emitindo orientações aos postos.
Em Água Boa, um aumento repentino logo após tensões internacionais acendeu o alerta. O caso agora é investigado e pode envolver prática abusiva ou até formação de cartel.
Postos na mira em Querência
Já em Querência, os donos de postos foram notificados a apresentar, em até 72 horas, documentos como notas fiscais, histórico de preços e informações sobre estoque.
A suspeita é de aumento antecipado, baseado apenas na expectativa de falta de combustível — prática considerada irregular.
Pode dar multa e até processo
O MPMT deixou claro: aumentar preços sem justa causa é ilegal. Caso sejam confirmadas irregularidades, os responsáveis podem sofrer multas, responder a processos e até serem obrigados a indenizar consumidores.
Operação Ícaro reforça fiscalização
Como parte das ações, a Operação Ícaro percorreu cidades do nordeste do estado com foco educativo e preventivo. Postos foram orientados sobre regras de preços e transparência após denúncias de aumentos fora do padrão
Redação FC/Com Assessoria MPMT







