
Imagem ilustrativa/reprodução

Assessoria | PJC-MT
       Um estelionatário acusado de aplicar o golpe da transferência bancária com datas futuras foi preso pela PolÃcia Judiciária Civil, na segunda-feira (30.10), em ação da equipe plantonista da 1ª Delegacia de PolÃcia de Rondonópolis (212 km ao Sul). O suspeito Luis Carlos Ferreira, 59, enviava comprovantes à s vÃtimas e depois cancelava a operação bancária.
       Contra o suspeito já foram registrados pelo menos seis boletins de ocorrência de estelionato. Segundo a PolÃcia, o alvo principal do golpista são hotéis em que ele fica hospedado no Estado de Mato Grosso. Em uma ocorrência registrada pelo proprietário de um hotel de Rondonópolis, o suspeito se apresentou como caminhoneiro e disse que estava na cidade para receber o seguro de uma carreta.
A vÃtima percebeu o golpe, após o suspeito enviar para ele o comprovante de um DOC no valor de R$ 500, para pagar os custos de hospedagem, alimentação e lavanderia do hotel, e ainda solicitar R$ 150 de troco, uma vez que seus gastos totalizavam R$ 350. A transferência estava programada para o dia 27 de outubro, no entanto, no sábado (28), a vÃtima tirou um estrado e percebeu que o valor não tinha compensado na conta.
O estelionatário fez uma nova transferência, desta vez no valor de R$ 350, o qual também não foi compensado. Um taxista que estava prestando serviços para o suspeito, também foi vÃtima do golpe. Quando o dono do hotel registrou a ocorrência, os policiais constataram que o suspeito já havia aplicado o mesmo golpe em Cuiabá, Guarantã do Norte, Diamantino e Rondonópolis.
Diante da situação, a equipe foi ao hotel, onde flagraram o suspeito no momento em que ele deixava a hospedagem. Ele foi conduzido a Delegacia, onde após ser interrogado pelo delegado Santiago Rozendo Sanches e Silva, foi autuado em flagrante por estelionato. Segundo o delegado, o suspeito dizia que havia perdido a carteira e deixava apenas o comprovante de pagamento por onde passava.Â
“Em algumas situações ele utilizava o golpe do envelope vazio, fazendo o depósito sem o dinheiro, em outras realizava a tranfêrencia bancária e depois cancelava a operação”, destacou o delegado.Â






