Início Agronegócio Soja: preços sobem no Brasil e agentes aproveitam para negociar

Soja: preços sobem no Brasil e agentes aproveitam para negociar

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seta formada com soja apontando para notas de 50 reais - preço da soja
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seta formada com soja apontando para notas de 50 reais - preço da soja

O mercado brasileiro de soja teve um dia muito bom em termos de negócios, mesmo com os prêmios negativos. Os preços subiram, acompanhando os movimentos de Chicago e do dólar.

Com isso, os agentes aproveitaram para negociar. Analistas de Safras & Mercado estimam que entre 800 mil e 1 milhão de toneladas tenham sido comercializadas no país nesta semana.

Cotações da saca de 60kg no mercado interno:

Soja em Chicago

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Foto: Ministério da Agricultura

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços perto da estabilidade, predominando as perdas. O dia foi de muita instabilidade, com os investidores aproveitando para realizar lucros e esperar a decisão sobre os juros norte-americanos.

A queda do petróleo, de quase 2%, ajudou na correção. Porém, o dólar em baixa frente a outras moedas limitou as perdas.

Em relação aos juros americanos, o banco central daquele país optou por manter as taxas inalteradas, o que já era esperado. Mas sinalizou que esta pausa pode não ser definitiva e revisou para cima suas previsões de juros para 2024 e 2025.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,00 centavos ou 0,78% a US$ 13,88 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 12,40 por bushel, com ganho de 0,50 centavo de dólar ou 0,04%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com perda de US$ 7,80 ou 1,96% a US$ 389,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 55,96 centavos de dólar, com alta de 0,53 centavo ou 0,95%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,39%, sendo negociado a R$ 4,822 para venda e a R$ 4,820 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,808 e a máxima de R$ 4,849. Na semana, a moeda se desvalorizou 1,12%.