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CHEGOU A HORA: Em Cuiabá movimentos convocam ato para acompanhar votação do pedido de cassação de Dilma

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Em Cuiabá, o Muda Brasil pretende reunir uma multidão na Praça 8 de Abril, a partir das 14h deste domingo

RUI MATOS/Blogdoantero

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                  O Movimento Brasil Livre, um dos fiadores do ato que vai acompanhar a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), pela Câmara dos Deputados neste domingo (17), convocou a população para concentração na Praça 8 de Abril, a partir das 14h, em Cuiabá (MT).

           À frente da organização dos protestos, além do MBL, estão os grupos “Revoltados Online” e “Vem Pra Rua”. Convocado na internet, por meio do Facebook e Whats App, os organizadores esperam a presença de cerca de 40 mil pessoas. “Não vamos pagar a conta do PT. Vamos exigir o fim do governo petista e repudiar a corrupção que se instalou no País”, avalia Junior Macagnan, do movimento Vem Pra Rua.

               Ao contrário dos protestos anteriores, desta vez, o movimento vai permitir a presença de políticos declarados pró-impeachment, principalmente de partidos que se posicionaram oficialmente a favor dos atos e convocou militantes para irem às ruas.

              A representante do Muda Brasil em Mato Grosso, Marli Tiecher, disse que dois trios elétricos e dois telões de LED serão instalados para transmissão ao vivo do plenário da Câmara. “Acho importante a sociedade participar deste momento importante para a história recente do nosso país. O impeachment da presidente Dilma representa o marco do fim da corrupção no Brasil. Pelo menos, nós acreditamos nisso”, disse a empresária.

                A Polícia Militar organizou um esquema especial para acompanhar o ato até as 21h, horário previsto para o fim da votação. Praticamente todo o efetivo de policiais da capital será mobilizado no domingo.

              Junior Macagnan reforça que, em caso de aprovação do pedido de autorização da abertura do impeachment pelos deputados neste domingo, o Senado possa votar até o dia 11 de maio o pedido de instauração do processo com o consequente afastamento automático de Dilma.

 Essa decisão – que será tomada pela maioria dos senadores presentes em plenário – é crucial porque a partir dela o vice-presidente Michel Temer assumirá o cargo por até 180 dias, caso o julgamento da presidente não seja concluído até esse prazo.

               A partir da segunda-feira, segundo Marli Tiecher, os brasileiros precisam dar as mãos e reconstruir o País. “O Muda Brasil, que congrega cerca de 40 entidades sociais, está disposto a ajudar. Nossa missão não termina neste domingo. Pelo contrário. Ela renasce mais forte para passarmos o Brasil a limpo”, concluiu.