
O advogado Elias Gomes da Silva, de 67 anos, morreu na noite do último domingo (2) de agosto de 2026, nas dependências do Pronto-Socorro do município de Várzea Grande, no estado de Mato Grosso. Ele encontrava-se sob custódia do Estado, cumprindo prisão preventiva em decorrência de investigações que o apontavam como suspeito do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas 6 anos de idade. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames de necropsia que deverão atestar formalmente a causa clínica do óbito.
O advogado Elias Gomes da Silva, de 67 anos, morreu na noite deste domingo (2 de agosto), no Pronto-Socorro de Várzea Grande, após permanecer internado por cerca de duas semanas. Ele estava preso preventivamente por suspeita de estupro de vulnerável contra uma menina de 6 anos.
De acordo com informações médicas, Elias deu entrada na unidade hospitalar no dia 18 de julho, por volta das 20h, levado por uma equipe da Polícia Militar, apresentando escoriações nos membros superiores e inferiores. Durante a internação, o quadro clínico evoluiu para um abdômen agudo, provocado, preliminarmente, pelo rompimento de uma úlcera, o que resultou em uma infecção.
Diante da gravidade do caso, a equipe médica optou por realizar uma laparotomia exploratória. No entanto, durante a indução anestésica, o paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. A causa oficial da morte deverá ser confirmada após os exames periciais.
Elias havia sido preso após ser apontado como suspeito de abusar sexualmente de uma menina de 6 anos dentro de sua residência, localizada no bairro Costa Verde, em Várzea Grande.
Após a prisão, o advogado foi suspenso do exercício da profissão e passou a responder a um procedimento disciplinar no Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia. O caso segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil.
Conforme as informações apuradas junto às autoridades, o profissional do direito estava internado na unidade de saúde desde o dia 18 de julho, data em que precisou ser encaminhado ao hospital sob escolta policial. Naquela ocasião, ele já apresentava diversas escoriações aparentes nos braços e nas pernas.
Imagem destacada/reproduçãi rede social







