sábado, 24/02/2024
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Conflito sangrento é temido por prefeito do Nortão

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              Em nota encaminhada a imprensa, o prefeito da cidade de Peixoto de Azevedo,  Sinvaldo Santos Brito, se diz preocupado com o que pode vir acontecer caso  proceda notícia de possível invasão de área de terra na Gleba Gama, temendo ele um conflito sem procedente.

noticiavipGLEBA GAMA

Veja a nota abaixo:

 

Gleba Gama: Invasão de terras não tem legitimidade 

                    Um conflito agrário sem precedente poderá ser desencadeado nos próximos dias nos municípios de Peixoto de Azevedo e Nova Guarita, especificamente na denominada Gleba Gama, caso ocorra à invasão de terras localizadas as margens da rodovia estadual MT-410, que liga as duas cidades do norte Mato-grossense. Terras essas invadidas pela CPT (Comissão Pastoral da Terra) em diversas ocasiões, observando-se atos violentos, clandestinos e ilegítimos, que por sua vez, refletiram-se no entendimento de ilegalidade por parte do Poder Judiciário na maioria absoluta das tentativas de ocupação, e determinando em seus despachos processuais a reintegração de posse em benefício dos atuais ocupantes, considerando-os de boa fé e intensão de serem os proprietários das terras em questão. 

                         Informações extraoficiais dão conta de que a Secretaria de Estado de Segurança Pública, Vara Agrária e o Ministério Público Federal, já estão acompanhando de perto os rumores de que o MST (Movimento Sem Terra) venha promover a instalação de acampamento e até a invasão de fazendas na região, onde aproximadamente 43 agropecuaristas estão estabelecidos há pelo menos três décadas, e que aguardam uma decisão da Advocacia Geral da União e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para obtenção da documentação definitiva das referidas áreas. 

                      Segundo os fazendeiros, todos os protocolos e documentos já foram encaminhados para os órgãos competentes, bem como as tratativas processuais jurídicas estão em tramitação no sentido de lhes resguardar e garantir o direito de propriedade. Eles justificam que as terras não foram meramente invadidas e sim compradas a custo de trabalho árduo, e que investimentos de grande monta foram feitos ao longo dos 30 anos através da construção de sedes ou moradias, aquisição de maquinários, insumos agrícolas, plantio de lavoura de grãos e a implementação de pecuária de corte, entre outras melhorias e benfeitorias. 

                       As populações de Peixoto de Azevedo e Nova Guarita se mostram temerosas diante do clima de tensão entre os sem terras e fazendeiros, pois uma grande tragédia poderá acontecer, a exemplo do ocorrido recentemente no município de Novo Mundo, onde grupos armados proferiram ameaças de morte, provocaram tiroteios, atentados e até estão sendo acusados de homicídios. 

             O problema está apenas mudando de endereço, e caso venha acontecer na Gleba Gama um confronto direto com os invasores desalojados de Novo Mundo, as consequências serão mais complexas, pois fontes policiais asseguram que não se trata efetivamente de um movimento social organizado, mas sim de uma quadrilha de invasores que tentam burlar e confrontar a lei, impondo a truculência nas ocupações ilegais, utilizando-se como meios e práticas de movimentos sociais legítimos, que neste caso está fora da legalidade. 

                   Os fazendeiros denunciam que famílias de sem terras, diante de sua fragilidade e vulnerabilidade, estão sendo enganados por pessoas gananciosas, despreparadas e consideradas mal intencionadas, pois cobram valores financeiros desses cidadãos humildes sem possuir legitimidade em suas ações e práticas, com a promessa absurda e ilegal de que as mesmas terão acesso a um pedaço de terra.

                Tal conduta motiva o conflito, a violência, gera insegurança ao setor produtivo, instabilidade jurídica e promove a discórdia. Enquanto os que se dizem representantes legais do ‘Movimento Sem Terra’ aglutinam valores financeiros consideráveis e enriquecem ilicitamente utilizando essa gente simples como massa de manobra. 

                 Em contrapartida, uma junção de forças está sendo mobilizada pelos fazendeiros a fim de preservar seu patrimônio. Eles garantem que tudo o que estiver respaldado em lei será utilizado em defesa de seus direitos adquiridos.

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