quarta-feira, 21/02/2024
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MST vai liberar rodovias se conseguir ser atendido pelo Estado e tiver resposta de Brasília

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MST

Assessoria/PRF

A PRF acompanha o movimento desde o início da manhã e continua diálogo com os manifestantes

SÍLVIA DEVAUX
Da Redação

Trânsito de veículos está liberado apenas para ambulâncias

                   O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) retomou há pouco o bloqueio das rodovias no estado. Durante o horário do almoço liberaram o tráfego de veículos, mas decidiram continuar com a interdição de trechos da BR-163 em Itaúba, na BR-070, em Cáceres,  e da MT-358, em Tangará da Serra, até que consigam uma reunião com o Governo do Estado e que um representante do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Brasília venha falar com eles em Mato Grosso.

                         Um dos coordenadores do MST no Estado, José Viera de Souza, explicou que na última mobilização do grupo, no fim do mês de fevereiro, devido à transição de gestão no Incra foram recebidos apenas na Superintendência Regional do Instituto, na capital. “Já conversamos várias vezes com o representante daqui, a responsabilidade fica um pouco solta. Precisamos de uma resposta de Brasília”, comentou o coordenador, lembrando que desta vez só vão liberar as rodovias se tiverem uma resposta da sede nacional.

                      Cerca de 600 trabalhadores estão mobilizados desde a manhã desta terça-feira (07) com a intenção de avançar a pauta de reivindicações, que incluem demandas dos trabalhadores sem terra e dos assentados. Além da desapropriação da Fazenda Rancho Verde, em Cáceres, os manifestantes cobram também das fazendas Mutum, em Glória D’Oeste; Pitomba, em Araputanga, e São Vicente, em Jaciara; vistorias de 12 fazendas, emissão de pareceres, perícia judicial em 3 propriedades, topografia em quatro assentamentos, cadastro de famílias e liberação de cestas básicas para os assentados. “Queremos uma audiência com o governador e um representante nacional do Incra; e resolver de vez os processos de desapropriação com a Justiça”, assinalou Souza.

                    Os manifestantes também reivindicam a conclusão das obras nos assentamentos Keno, Olga Benário, Novo Renascer e Terra de Viver, iniciadas em 2013; mais estrutura no Projeto de Assentamento Mártires do Carajás como o poço artesiano e a agroindústria; abertura de estradas;  e o programa Luz para Todos.

                       Apenas ambulâncias têm a passagem liberada. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) acompanha desde o início da manhã e continua o diálogo com os manifestantes. blogdoantero

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