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Polícia Federal prende ex-senador Gim Argello na 28ª fase da Operação Lava Jato

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Por Estadão Conteúdo

O ex-senador Gim Argello é alvo de um mandado de prisão preventiva; outras 20 ordens judiciais estão sendo cumpridas

Estadão Conteúdo

PF batizou a 28ª fase da Lava Jato de
Agência Brasil

PF batizou a 28ª fase da Lava Jato de “Vitória de Pirro”, que significa conquista mediante alto custo

 

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (12) a Operação Vitória de Pirro, 28ª etapa da Lava Jato. Cem policiais federais estão cumprindo 21 ordens judiciais, sendo 14 mandados de busca e apreensão, 1 mandado de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária e 4 mandados de condução coercitiva. As medidas estão sendo cumpridas nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Taguatinga e Brasília.

O ex-senador Gim Argello é alvo de um mandado de prisão e sua casa de um mandado de buscas.

Ex-senador Gim Argello é alvo de um mandado de prisão e sua casa de um mandado de buscas
Agência Brasil

Ex-senador Gim Argello é alvo de um mandado de prisão e sua casa de um mandado de buscas

 

Vitória de Pirro remete a expressão histórica que representa uma Vitória obtida mediante alto custo, popularmente adotada para Vitórias consideradas inúteis. Em que pese a atuação criminosa dos investigados no sentido de impedir o sucesso da apuração dos fatos na CPI/Senado e CPMI/Congresso Nacional, tal fato se mostrou inútil frente aos resultados das investigações realizadas no âmbito da denominada Operação Lava Jato.

Os fatos investigados nesta fase apuram a prática dos crimes de concussão, corrupção ativa, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Os presos serão encaminhados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR enquanto aqueles conduzidos para depoimentos serão ouvidos nas respectivas cidades onde forem localizados.

Na última fase, a Operação Carbono 14, na sexta-feira, 1, a Lava Jato prendeu o empresário Ronan Maria Pinto, de Santo André (SP) e o ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira. O ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e o jornalista Breno Altman foram conduzidos coercitivamente – quando o investigado é levado para depor e liberado.