Diferente dos seus antecessores, que tinham um espectro de 4 a 8 anos para desenvolver seu programa, o presidente hoje interino pode visualizar meses ou, no máximo dois anos e sete meses. A urgência da crise que todos os dias causa demissões de trabalhadores, problematiza as contas do poder público e das empresas e periclitam o PIB (Produto Interno Bruto) obriga o novo governo trabalhar em alta velocidade. Daà a palavra do presidente para não falarmos em crise e, no lugar disso, trabalharmos para o seu combate.
               Precisamos virar, urgentemente, a página que tem infelicitado a vida da Nação. Os desempregados têm pressa para encontrar recolocação. As empresas precisam voltar a produzir e a vida ganhar normalidade.