
Conselheiro Tutelar Elias Alves Aranha orienta pais e responsáveis a reforçarem os cuidados com os filhos e alerta para a importância de não compartilhar informações sem confirmação.
Mensagens que circulam pelas redes sociais e aplicativos de conversa sobre um possível veículo que estaria abordando crianças nas ruas e tentando levá-las têm despertado preocupação entre moradores. Diante da repercussão, o conselheiro tutelar de Colíder, Elias Alves Aranha, esclarece que, até o momento, não há conhecimento de ocorrências dessa natureza em Colíder ou na região.
Apesar da ausência de informações confirmadas sobre esses relatos, a orientação é para que pais e responsáveis mantenham a atenção redobrada e reforcem os cuidados com a segurança das crianças, especialmente quando estiverem fora de casa.
Entre as principais recomendações estão evitar que crianças permaneçam sozinhas nas ruas, orientá-las a nunca aceitar caronas de desconhecidos, não acompanhar pessoas que não conheçam e procurar imediatamente um adulto de confiança caso percebam alguma situação suspeita.
## Prevenção e responsabilidade são fundamentais
Em situações que envolvem a segurança infantil, a informação responsável é tão importante quanto a prevenção. Por isso, a população deve evitar compartilhar mensagens alarmistas sem verificar sua procedência, pois informações não confirmadas podem gerar medo e insegurança desnecessários.
Caso alguém presencie uma abordagem suspeita ou tenha conhecimento de uma ocorrência concreta, a recomendação é comunicar o fato às autoridades competentes, fornecendo, sempre que possível, informações objetivas que possam auxiliar na apuração.
A proteção das crianças é uma responsabilidade compartilhada entre famílias, comunidade e autoridades. A atenção dos adultos, o diálogo com os pequenos e a comunicação responsável são medidas essenciais para prevenir riscos e garantir mais segurança.
O alerta é claro: prevenir é necessário, mas compartilhar informações sem confirmação pode aumentar a preocupação da população sem contribuir para a proteção das crianças.
Redação Folha de Colider- Com informações Elias Aranha/Conselho Tutelar







