segunda-feira, 04/12/2023
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Paquistão vai executar nos próximos dias 555 terroristas

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O anúncio vem seis dias depois de um atentado taleban matar 148 pessoas, entre elas 133 crianças, num colégio militar perto da fronteira 

Caixão de um estudante vítima do ataque feito pelo Taliban. Governo promete reação

Da Folhapress – São Paulo 

O Paquistão vai executar 555 condenados à morte nas próximas duas ou três semanas, afirmou ontem Chaudhry Nisar Ali Khan, ministério do Interior do país. Deles, 55 deles devem ser enforcados já nos próximos dias.

O anúncio vem seis dias depois de um atentado taleban matar 148 pessoas, entre elas 133 crianças, num colégio militar em Peshawar, perto da fronteira com o Afeganistão.

Depois do episódio, Islamabad revogou a suspensão da pena capital no país, que estava em vigor desde 2008, e anunciou a retomada das execuções dos condenados por terrorismo. Seis deles já foram executados.

“O Ministério do Interior acabou a lista dos condenados que já esgotaram todos os recursos possíveis. Suas demandas de clemência foram rechaçadas pelo presidente e eles serão executados nas próximas semanas”, disseram autoridades paquistanesas. Há quase 8 mil condenados à morte presos no Paquistão. A retomada da pena de morte afeta somente aqueles condenados por atos de terrorismo.

FIANÇA REVOGADA

Uma corte australiana suspendeu a liberdade sob fiança ontem da cúmplice do sequestrador de Sydney, que manteve 17 pessoas reféns por 16 horas em uma cafeteria.

Amirah Droudis, que pagou fiança pela acusação de matar a mulher do sequestrador, deve voltar à prisão para aguardar o julgamento.

Man Haron Monis, o refugiado iraniano que rendeu o grupo na cafeteria Lindt em Sydney, é acusado de auxiliar no assassinato de sua mulher e também estava sob fiança.

Haron morreu junto com dois reféns após a ação da polícia. Entre os reféns feridos, está a brasileira Marcia Mikhael. O caso recebeu muitas críticas já que Haron, acusado e condenado por vários crimes, não estava na lista de suspeitos de terrorismo na Austrália e não era vigiado pelas autoridades.

SUSTO

O ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, pediu ontem, em entrevista à imprensa, que as pessoas não tirem conclusões precipitadas sobre o incidente que deixou 11 feridos no fim da tarde de anteontem) em Dijon. Um homem avançou com o carro sobre pedestres gritando “Allahu Akbar”, que significa “Deus é o maior”.

Desde que o Estado Islâmico incentivou seus militantes a atingir países que participam da coalizão liderada pelos Estados Unidos na Síria e no Iraque, a França está em alerta máximo contra ataques terroristas.

Postada por JL Pindado Verdugo

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